Tic, TacTic, Tac Está passando mais um dia em vácuoDespido de sentido, razão ou objetivoEnquanto cicatriz mancha destino inócuoDe sujo corpo ausente de motivo Visto-me de negra máscara repleta de personaE me agacho cobrindo as brasas da vital pulsão Enquanto a chama da vontade me abandonaAssim, desesperadamente crio, com paixão As palavras que uso jáContinuar lendo “Stasis”
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Jaci Prateada
Jaci que guia a prataJaci que clareia a mataJaci que impõe saudade a i-pêJaci nhanderu em seus louvoresJaci que lava nossas dores Jaci î, Jaci mbóJaci nos mostra o caminho sóJaci guarda o segredo da florestaJaci em nossos corações resta Jaci, move plantaJaci, crie espaçoJaci, sede grataJaci, me dê um abraço Sob o reflexo destaContinuar lendo “Jaci Prateada”
Fogos no Céu Estrelado
Não sei se vocês conhecem o conto da princesa Orihime, mas acredito que seria ideal começar a minha história mencionando ela. Afinal, nada acontece sem razão, e às vezes, as coisas que queremos acontecem com um encontro inoportuno, ou como o pendular de um relógio que marca o tempo perdido. Além do mais, que graçaContinuar lendo “Fogos no Céu Estrelado”
Cubo de Gelo
Mais um cubo de gelo frio No meu copo de whisky importado Para esfriar minha cabeça em devaneio Esquecer de um mal que não deve ser lembrado Então, com pequenas peças de tabuleiro, crio Um teatro bem trabalhado e pouco organizado Atores principais em desilusões finais E Secundários sem soluções para seus primórdios Nem mesmoContinuar lendo “Cubo de Gelo”
Golpe na Estrada
Fannách voava acima da floresta de Lornwood, embora ele não saiba que floresta era essa. Como tinha recém saído do Mundo das Fadas, não sabia nada da geografia ou cartografia do Mundo Terreno, e na sua bolsa de couro de Üllok das Estepes, trazia suprimentos e alguns artefatos mágicos, mas nenhum mapa.O lar dos HomensContinuar lendo “Golpe na Estrada”
Divino Castigo
Sinto meu cérebro derreterEnergia esvairBarulho de suas pás girando sem me satizfazerUm grito silencioso se recusa a sairEnquanto ele lá em cima reinaEu aqui em baixo estou sofrendoE enquanto o Homem teimaEle está nos vendoFulgor inexoravel que nos alimenta Apesar de essencialAinda sim nos atormentaSem recompensa no finalComo um guerreiro brilhanteEle empunha seu malhoO solContinuar lendo “Divino Castigo”
Juramento do Revolucionário
É meio estranho dizer isso assim…Mas me encontro acompanhado na solidão Lágrimas caem do céu e preenchem o ônibus velho Suas janelas, seu chassi, meu coraçãoAntes que me perca em pensamentos por fim Vejo cair mais uma gota de chuva no assoalhoSinto a falta de minha pessoaEnquanto vejo a estrada passar em ritmo constante AContinuar lendo “Juramento do Revolucionário”
Gaiola
Um grãoOutro…Mais um…Caem em frente a mim Espero por seu fim Areia escorreEm meio a distância de pensamentos Me perco em seus elementosEnquanto isso sigo preso Meu amor é um pesoQue tenho que carregar aqui Olho para a chuva lá fora caindoLágrimas de meus olhos estão saindoMeu bico se abre novamente Um pesar em minhaContinuar lendo “Gaiola”
Perseguidor
Temo meu vindouro falecimentoOlhares que se cruzam a todo momentoMe perseguem por ruas entre concreto e cimentoOlho para o retrato no relógio, meu memento Flores murcham, sol esconde às nuvensCrepúsculo noturno escurece as vistasDo rio, escuto passos sobre margensComo coral de demônios anarquistas Sino toca, meu nome se revelaSou aquele que a morte esperaEstou sozinho,Continuar lendo “Perseguidor”
O Rei dos Cavaleiros
Este é o ode ao Rei da Benignidade Arthur Pendragon da BretanhaQue caçou Cath PalugCriatura de grande façanha E matou a besta da calamidade Ó Rei dos Cavaleiros Triste fim teve na colina patricida Repousai em AvalonOre, cavaleiro que saúda sua vidaSir Bedwyr dos leais anseios Em Camlann pereceuPelas mãos do rebelde traidorUm pilar deContinuar lendo “O Rei dos Cavaleiros”
