Jameson Derryl era jovem, tinha 25 anos, um capanga qualquer da gangue do Maroni. Não tinha expectativa de melhorar na hierarquia, tampouco queria saber de se tornar um rei do crime, ele só queria sustentar seus filhos, e matar era a única coisa que ele sabia fazer. Mas o trabalho foi diferente hoje, ele estavaContinuar lendo “Vigilância”
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Tubarão da Groelândia
Imortandade sem igual Envelhecimento sem precedentes Um animal sensacional Mais velho que, da sua vó, os pretendentes Sim meus amigos… Esse fudido tem mais de 400 anos Produtos Jequiti envelhecem antes de ti Ainda que seja sozinho, sem manos Continua nadando sem olhar para ti Ótimo carro, por sinal Não sei porque estou enaltecendo TalContinuar lendo “Tubarão da Groelândia”
Cubo de Gelo
Mais um cubo de gelo frio No meu copo de whisky importado Para esfriar minha cabeça em devaneio Esquecer de um mal que não deve ser lembrado Então, com pequenas peças de tabuleiro, crio Um teatro bem trabalhado e pouco organizado Atores principais em desilusões finais E Secundários sem soluções para seus primórdios Nem mesmoContinuar lendo “Cubo de Gelo”
Aquele que, ao abismo viu
Esse conto acredito precisar de uma explicação melhor dele: É uma releitura, aos moldes que Rei Leão fez com Hamlet. Uma reimaginação de uma história. Foi parte de um desafio que fiz a mim mesmo, a história que escolhi para reimaginar foi “O épico de Gilgamesh “, a primeira história escrita documentada pelo homem. DecidiContinuar lendo “Aquele que, ao abismo viu”
Divino Castigo
Sinto meu cérebro derreterEnergia esvairBarulho de suas pás girando sem me satizfazerUm grito silencioso se recusa a sairEnquanto ele lá em cima reinaEu aqui em baixo estou sofrendoE enquanto o Homem teimaEle está nos vendoFulgor inexoravel que nos alimenta Apesar de essencialAinda sim nos atormentaSem recompensa no finalComo um guerreiro brilhanteEle empunha seu malhoO solContinuar lendo “Divino Castigo”
O Rei dos Cavaleiros
Este é o ode ao Rei da Benignidade Arthur Pendragon da BretanhaQue caçou Cath PalugCriatura de grande façanha E matou a besta da calamidade Ó Rei dos Cavaleiros Triste fim teve na colina patricida Repousai em AvalonOre, cavaleiro que saúda sua vidaSir Bedwyr dos leais anseios Em Camlann pereceuPelas mãos do rebelde traidorUm pilar deContinuar lendo “O Rei dos Cavaleiros”
